O Espaço t – AssociaÇÃo Para o Apoio à IntegraÇÃO Social e ComunitÁria vai realizar nos dias 27 e 28 de Abril de 2009 o VI Congresso Internacional, intitulado “O Desejo” .
O Espaço t promove um espaço de reflexão sobre a importância do desejo no desenvolvimento do Ser Humano.
Pensar o desejo, como algo primordial para a evolução e o bem-estar do próprio indivíduo e da sociedade onde ele está inserido.
Assim, ao longo de dois dias, diversos palestrantes de várias áreas irão reflectir sobre estas temáticas, de forma a promover a reflexão junto do público.
O Centro de História da Universidade de Lisboa organiza o Curso Livre de Sexualidade e História, com o objectivo de debater as diferentes representações que a sexualidade assumiu ao longo dos diferentes tempos históricos e espaços sócio-culturais. Coordenado por António Ventura e Nuno Simões, o curso está dividido em dez sessões, realizando-se todas as quartas-feiras, no Anfiteatro da Faculdade de Letras de Lisboa, até Março. Em Janeiro são discutidas a Moral da Violação em Roma, a Pré-história do Sexo (entre a Natureza e a Cultura), a Sexualidade no Antigo Egipto e no Oriente (pré-clássico e bíblico), com a presença de investigadores de diversas universidades do país.
7 Jan Roma e a sua moral da violação Júlio Machado Vaz
14 Jan Na Pré-História do sexo: entre a natureza e a cultura João Pedro Ribeiro e Mariana Diniz
21 Jan Assim na terra como no céu: a sexualidade no Antigo Egipto Luís Manuel de Araújo
28 Jan A sexualidade no Oriente pré-clássico e bíblico José Augusto Ramos e Francisco Caramelo
4 Fev Eurídice é morta - Parafilias e suas representações na mitologia grega Nuno Simões Rodrigues
11 Fev O corpo e a sexualidade: entre Mouros e Cristãos Maria Filomena Lopes de Barros
18 Fev Sexualidade na Idade Média: o fruto permitido e o fruto proibido Ana Maria Rodrigues
25 Fev Filhos da castidade e do pecado - Afectividade e enjeitamento na antiga sociedade portuguesa Maria de Fátima Reis
4 Mar De Eva a Dánae: representações da sexualidade na arte Vítor Serrão e Luís Urbano Afonso
11 Mar Sexualidade na época contemporânea: literatura licenciosa portuguesa dos sécs. XVIII e XIX António Ventura
Informações Úteis: centro.historia@fl.ul.pt ou 217 920 000 Inscrições Abertas Preço: Público em Geral: 100€ | Alunos Faculdade de Letras: 80€
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Alameda da Universidade http://www.fl.ul.pt
No Destake vem o mesmo em versão reduzida e é basicamente isto:
Usar a lingerie da mulher ou andar nu pela varanda são algumas das fantasias que os portugueses relatam aos sexólogos nacionais, revela a edição desta semana da revista SÁBADO. Poucas vezes, dizem, já que aquelas quemais levamos lusos a este tipo de consulta continuam a ser as queixas habituais, como a disfunção eréctil, no caso dos homens, ou a falta de desejo sexual, quando se tratadas senhoras. Apesar disto, poucos são os que procuram ajuda para os problemas que atormentam os casais por entre os lençóis. De acordo com um estudo divulgado, em primeira mão, pelaSÁBADO, realizado pela psicóloga e sexóloga Ana Carvalheira, apesar de 33% manifestaremo desejo de ter ajudaquando emcausaestão os problemas sexuais, só 1,3% das mulheres inquiridas admitiramtê- la procurado. Histórias na primeira pessoa ASÁBADO narra ainda, na primeira pessoa, algumas histórias de fantasias sexuais que provocam a cisão entre os casais, como o casodePedro, casado com Carolina, que gostava de vestir roupa interior feminina no momento da intimidade a dois. Ou ainda a situação de Beatriz, incapaz de se satisfazer.Histórias comuns, garantemos especialistas. Fantasias escondidas O sexo anal ou oménage a trois são algumas das fantasias acalentadas pelos homens, avança ainda a SÁ- BADO, que partilha também comos leitores alguns dos desejos do sexo feminino, que a vergonha obriga tantas vezes a esconder, como o ter sexo à noite na praia. E para os que não sabem, mas querem descobrir, disponibiliza um teste para ficar a conhecer qual a sua personalidade erótica.
Elas fantasiam em cobrar por sexo
De acordo com o estudo da sexóloga Ana Carvalheira, 90% das mulheres masturbam-se, na maioria dos casos através do toque, mas noutros menos comuns a andar de bicicleta ou como jacto de água do chuveiro. Em relação às fantasias, a maioria das mulheres, acima dos 40 anos, falam de quererem ser possuídas por uma força sobrenatural, enquanto outras ficam excitadas com a ideia de cobrar pelo acto. Entre as fantasias comuns a homens e mulheres, destaca-se o ter sexo em locais públicos, como praias ou parques de estacionamento.
Um beijo entre dois homens num anúncio da Heinz Deli Mayo que foi para o ar na semana passa no Reino Unido já originou 179 queixas à Advertising Standards Authority, entidade reguladora para a publicidade nesse país. Segundo a Brand Republic, o spot criado pela Abbott Mead Vickers BBDO, mostra uma manhã rotineira de uma família em que os elementos se preparam para ir para a escola e escritório. A “mãe” está a preparar as sandes para as lancheiras das crianças mas “ela” é na realidade um homem com o uniforme da fabricante de sandes New York Deli. Quando o pai se prepara para sair de casa, a “mãe” lembra-o se não se está a esquecer de lhe dar um beijo de adeus. Os dois homens beijam-se. A ideia a passar é que a Heinz Deli Mayo é tão autêntica que sabe como se estivesse o próprio empregado da New York Deli na cozinha do consumidor.As queixas dos consumidores à Advertising Standards Authority defendem que o anúncio é ofensivo, que é inapropriado ver dois homens a beijar-se e que levanta o tema das relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo entre os mais jovens.
O anúncio tem uma restrição de exibição no que toca às crianças, não podendo ser colocado junto a programas para crianças por a Heinz Deli Mayo ter restrições relativas a altos teores de gordura, sal ou açúcar.
305 p., 1 halftone. 5-1/2 x 8 2005, 2007 Paper $16.00
sp ISBN: 978-0-226-42601-3 (ISBN-10: 0-226-42601-7) Spring 2007
“Heterosexuality,” assumed to denote a universal sexual and cultural norm, has been largely exempt from critical scrutiny. In this boldly original work, Jonathan Ned Katz challenges the common notion that the distinction between heterosexuality and homosexuality has been a timeless one. Building on the history of medical terminology, he reveals that as late as 1923, the term “heterosexuality” referred to a "morbid sexual passion," and that its current usage emerged to legitimate men and women having sex for pleasure. Drawing on the works of Sigmund Freud, James Baldwin, Betty Friedan, and Michel Foucault, The Invention of Heterosexuality considers the effects of heterosexuality’s recently forged primacy on both scientific literature and popular culture.
“Lively and provocative.”—Carol Tavris, New York Times Book Review
“A valuable primer . . . misses no significant twists in sexual politics.”—Gary Indiana, Village Voice Literary Supplement
“One of the most important—if not outright subversive—works to emerge from gay and lesbian studies in years.”—Mark Thompson, The Advocate
TABLE OF CONTENTS
Preface 1 The Geneology of a Sex Concept From Homosexual History to Heterosexual History 2 The Debut of the Heterosexual Richard von Krafft-Ebing and the Mind Doctors 3 Before Heterosexuality Looking Backward 4 Making the Heterosexual Mystique Sigmund Freud's Seminal Conceptions 5 The Heterosexual Comes Out From Doctor Discourse to the Mass Media 6 Questioning the Heterosexual Mystique Some Liberal Feminist and Radical Feminist Verdicts 7 The Lesbian Menace Strikes Back Some Lavender Feminist Critiques 8 Toward a New Pleasure System Looking Forward Afterword by Lisa Duggan Acknowledgements NotesBibliography Index Subjects: GAY AND LESBIAN STUDIES GENDER AND SEXUALITY HISTORY: General History