Reflexões de um Caracol à Beira da Estrada
Será a experiência estética a experiência do mundo.... o devir é um devir estético... ou será que devo atravessar a estrada?
sábado, janeiro 10, 2009
Sexualidade e História
curso
Sexualidade e História
Jan a Mar: 18h-20h

O Centro de História da Universidade de Lisboa organiza o Curso Livre
de Sexualidade e História, com o objectivo de debater as diferentes
representações que a sexualidade assumiu ao longo dos diferentes
tempos históricos e espaços sócio-culturais. Coordenado por António
Ventura e Nuno Simões, o curso está dividido em dez sessões,
realizando-se todas as quartas-feiras, no Anfiteatro da Faculdade de
Letras de Lisboa, até Março. Em Janeiro são discutidas a Moral da
Violação em Roma, a Pré-história do Sexo (entre a Natureza e a
Cultura), a Sexualidade no Antigo Egipto e no Oriente (pré-clássico e
bíblico), com a presença de investigadores de diversas universidades
do país.

7 Jan
Roma e a sua moral da violação
Júlio Machado Vaz

14 Jan
Na Pré-História do sexo: entre a natureza e a cultura
João Pedro Ribeiro e Mariana Diniz

21 Jan
Assim na terra como no céu: a sexualidade no Antigo Egipto
Luís Manuel de Araújo

28 Jan
A sexualidade no Oriente pré-clássico e bíblico
José Augusto Ramos e Francisco Caramelo

4 Fev
Eurídice é morta - Parafilias e suas representações na mitologia grega
Nuno Simões Rodrigues

11 Fev
O corpo e a sexualidade: entre Mouros e Cristãos
Maria Filomena Lopes de Barros

18 Fev
Sexualidade na Idade Média: o fruto permitido e o fruto proibido
Ana Maria Rodrigues

25 Fev
Filhos da castidade e do pecado - Afectividade e enjeitamento na
antiga sociedade portuguesa
Maria de Fátima Reis

4 Mar
De Eva a Dánae: representações da sexualidade na arte
Vítor Serrão e Luís Urbano Afonso

11 Mar
Sexualidade na época contemporânea: literatura licenciosa portuguesa
dos sécs. XVIII e XIX
António Ventura


Informações Úteis: centro.historia@fl.ul.pt ou 217 920 000
Inscrições Abertas
Preço: Público em Geral: 100€ | Alunos Faculdade de Letras: 80€

Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Alameda da Universidade
http://www.fl.ul.pt

in http://www.agendalx.pt/cgi-bin/iportal_agendalx/U0009480.html?area=&tabela=&genero=&datas=&dia=&mes=&ano=&numero_resultados=&id=GU76rzYf&mv_pc=33009

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posted by Mikasmokas @ 1/10/2009   0 comments
quarta-feira, julho 09, 2008
A História em segundos




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posted by Mikasmokas @ 7/09/2008   0 comments
sexta-feira, maio 16, 2008
O Amor em Roma



Pierre Grimal
Editora:
Edições 70
Colecção:
História Narrativa
Tema:
História
Ano:
2005
Tipo de capa:
Brochada
ISBN 9789724412412 | 283 págs.








CONTEÚDO

Desde o início da História os Romanos cantaram, louvaram, valorizaram o amor. O amor está no centro das suas preocupações, tal como está no centro do edifício dos costumes e da vida social. Antes de tudo ligado ao sagrado, dissocia-se para se tornar instituição, antes de se diversificar nas suas práticas e nas suas representações, no Séc. I a.C. É então que se torna verdadeiramente livre, e que os poetas se emparelham para cantar todas as suas nuances. É para muitos crucial em certos destinos políticos - pensemos em César, Cleopatra, Marco António, ou Tito e Berenice -, e para outros na degradação do Império - recordemo-nos de Messalina, Nero, e outros...

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posted by Mikasmokas @ 5/16/2008   0 comments
segunda-feira, março 24, 2008
História de Roma tem paralelismos muito actuais

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Tom Holland diz que "Rubicão" é clássico e contemporâneo


Ana Vitória

"Rubicão - o triunfo e a tragédia da República Romana", de Tom Holland, traça um retrato da República no clímax da sua grandeza - a mesma que levaria à catástrofe da sua queda. Só que, desde que o livro saiu , muitos viram nele paralelismos entre o Império Romano e os Estados Unidos da América.

Tom Holland acha interessante esta leitura e admite mesmo que, de algum modo, é possível de facto estabelecer comparações.

" Com efeito desde sempre Roma foi interpretada e reinterpretada à luz das convulsões mundiais. E para o bem e para o mal também somos os herdeiros da republica romana", adianta

O autor começou a escrever o livro em 2000. "Na altura estava interessado em mostrar as semelhanças entre o actual mundo globalizado e a Roma Antiga. Queria falar da experiência do encontro de culturas. As conquistas romanas de então aproximaram gregos e egípcios forçando-os a absorver a cultura romana, influenciando-os. Só que ,enquanto escrevia o livro, deu-se o tentado do 11 de Setembro, em 2001. E então apercebi-me de que, de alguma maneira, algumas destas situações pareciam estar a repetir-se. Se se pensar no conflito actual com os árabes, por exemplo, é perceptível que há um paralelismo com o que se passou no Império Romano e com o que se está a passar com os Estados Unidos".

Salvaguardadas as devidas distâncias históricas, Tom Holland confessa que lhe interessou a ideia das semelhanças entre o povo romano na história antiga e a actualidade histórica. "A verdade é que se quisermos estabelecer algum paralelo com o que está a acontecer no século XXI e a História esse paralelo levar-nos-á a Roma. Claro que não devemos levar essa semelhança longe de mais, até porque há muitas diferenças entre nós e os romanos. Mas não é completamente descabido fazê-lo. Por exemplo, Miltríades foi um rei que levou o seu país a entrar em guerra com os romanos e, num único dia, comandou a execução de 80 mil romanos. Este foi um deliberado ataque ao prestígio e à economia romana. Em 2001 aconteceu algo como o 11 de Setembro.... Outro exemplo diz respeito ao facto de Octávio ter inventado provas para encorajar o Senado a entrar em guerra com Cleópatra. Os Estados Unidos, também fabricaram provas para justificar a guerra com o Iraque. Os romanos entraram em conflito com o império de Catargo e reduziram-no a um caco impotente. Mas sempre temeram que Cartago recuperasse. Então, sentiram-se plenamente justificados quando desferiram ataques de prevenção contra todos os adversários que parecessem tornar-se demasiado altivos".

Para Tom Holland "não faltam exemplos. O facto é que, no Novo Mundo, a cultura romana foi muito influente. Não é por coincidência que os revolucionários americanos, quando partiram para a constituição da sua nação tinham um senado e um capitólio, em Washington. Claro que os norte- americanos não dirigem um império no sentido do termo que é dado quando falamos do Império dos romanos. Mas a verdade é que, também a exemplo dos romanos os Estados Unidos têm um desejo de imporem a sua influencia".

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posted by Mikasmokas @ 3/24/2008   1 comments
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